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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2006

Depois do deserto a fartura

Durante muito tempo, Portugal foi um país avesso aos videojogos. Comprávamos jogos apenas em Lisboa ou Porto (e mesmo no Porto era complicado de se comprar), não existia a Fnac, nem as Worten e lojas especializadas era uma miragem.


O mesmo se passava com as ditas revistas de videojogos. Tínhamos a MegaScore, a BGamer e mais tarde juntava-se a Player e a MConsolas. De repente temos revistas para todas as especialidades, umas bem escritas outras nem por isso, mas o que importa é vender gato por lebre porque o zé povinho compra tudo. Surgem assim as revistas localizadas, as ditas oficiais, os videojogos passam de tema tabu a tema comum e assim extende o seu domínio ao mundo das revistas generalistas.


No meio televisivo o panorama era fraco, o Templo dos Jogos foi morto e não havia forma de o ressuscitar. De repente apareceu o Insert Coin da Boazona (acreditem que o programa dela merece ser visto), o espaço de jogos do Curto-Circuito, o espaço de jogos do programa 2010 e brevemente a MTV também vai ter um espaço de jogos. Se juntarmos o ambicioso projecto Online do Axel, temos de comprar vários monitores LCD com TV de forma a assistirmos a todos estes programas.


No outro meio Online e com a massificação da banda larga, o panorama é o mesmo, mas aqui os grandes ainda dão cartas, com Gameover, G4mers e PTGamers a mostrarem trabalho, alguns com melhores resultados e melhores profissionais que outros. Também este meio tem muito para andar, sendo considerado o futuro dos medias.


Com tanta fartura e tão poucos portugueses, podemos dizer que um dia cada lar terá uma consola de videojogos, mesmo que esta tenha sido oferecida para fazer volume a tanta procura jornalistica. E daqui a um ano, aqui estarei para rezar pelos projectos defuntos,  bajular os sobreviventes e aplaudir naturalmente os vencedores, porque esses já nascem com a estrelinha de campeões.


Ah! Já agora... os programas televisivos com videojogos, deviam ser sobre videojogos e não sobre as revistas que os promovem. Não sabiam... ficam a saber agora. É que levar constantemente com: "Vai sair no próximo número... comprem a revista!", "Tema de capa do próximo número... comprem a porcaria da revista!" é aborrecido e desespera qualquer cego... dá vontade de não comprar as vossas revistas: JURO! Tentem surpreender-me no futuro, quiçá não estarei aqui a aplaudir-vos e a oferecer-vos mais audiência.

sinto-me:
publicado por realidadefictional às 22:19

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