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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2007

Memórias da E3 - Parte VI

Havia muito ainda para contar sobre a E3. Mas vou abreviar e quiçá mais tarde continuar.

2006 foi o primeiro ano que nos juntámos às outras equipas nacionais na viagem de ida. Éramos mais que as mães, ainda por cima o pessoa da Ecofilmes, Porto Editora e FNAC resolveu vir, por isso no nosso sector do avião só se falava português de Portugal. A rivalidade existe, seria falso dizer-vos que não, mas é saudável, se bem que alguns são mais manhosos que outros.

Eu sou por natureza uma pessoa que gosta de gozar com os outros, umas vezes com razão outras não e também não gosto muito de ajuntamentos. Aprendi isso à minha custa e por isso mesmo recuso-me em 2007 de fazer entrevistas com outros portugueses. Acho pouco profissional não mexer uma palha durante a entrevista e depois aproveitá-la toda dizendo-se autor original da mesma.

O tuga quando vai à E3 quer é gajas, festas, comidas e tudo pago. Depois quando é preciso escrever todos os artigos, cria sinopses dos mesmos, umas fotos, um texto ranhoso a explicar o que é a E3 (todos os anos) e os leitores que se lixem. Quando se paga a uma equipa de 3 redactores é para se ter a certeza que são os melhores a fazer a cobertura. A realidade demonstra que não é verdade.

E por isso mesmo elogio uma pessoa. Não vou dizer o nome dela, porque ela sabe muito quem quem é. E não, não sou eu. Foi sózinha um ano, teve vários problemas e mesmo assim, fez na sua revista, uma das melhores coberturas da E3 que eu li até hoje. Tiro-lhe o chapéu!

Pessoalmente, 2004 foi para mim o ano que fiz a melhor cobertura. Em 2005 tive problemas com a falta de luz na E3 e com insónias durante a noite e em 2006 o deslumbramento de ir acompanhado fez-me perder a noção do que devia fazer. E acreditem em mim, não é nem nunca será fácil fazer a cobertura de um evento com o tamanho da E3.

São muitas horas sem sono, muitos problemas à chegada na recuperação física e psicológica, é o facto de estarmos num país que vive a 200% à hora, onde não sabemos o que vai acontecer no segundo seguinte. São as horas perdidas em aeroportos, a comida que é tudo menos comida e a sensação que podia fazer mais e melhor.

Em 2007 pela primeira vez não vou fazer nenhuma feira americana. Os mais novos têm que ganhar experiência e os meus conhecimentos e contactos foram sabiamente transmitidos ao vivo em 2006. Naturalmente vou viver intensamente as feiras, vou ajudar nas marcações e planeamento de agendas e acompanhá-los diariamente a partir de Portugal.

Fim

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publicado por realidadefictional às 23:16

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